Supermercados automatizados invadem o mundo

No início da década passada, a Amazon Go lançava o conceito de supermercado sem os tradicionais caixas operados por pessoas e apostando na tecnologia como protagonista da experiência de compra. Ainda era difícil acreditar que isso se tornaria a realidade do varejo de comida. Essa hora já chegou e, quase 20 anos depois, as primeiras lojas começaram a ser implementadas com sucesso nos Estados Unidos, em 2018.

Sem contato humano, os supermercados sem caixas reduzem o tempo de espera do cliente, limitem qualquer interação social e trazem mais rentabilidade para os varejistas. Adequado aos tempos de pandemia, esse modelo de negócio tende a ser cada vez mais recorrente no mundo. Com um conceito muito parecido com o Amazon Go, a startup israelense Trigo levantou no final do ano passado um capital de 60 milhões de dólares para expandir suas operações e invadir o mercado de Israel com seu modelo de loja automatizada.

Enquanto os supermercados tradicionais apostam em modelos híbridos – em que caixas operados por seres humanos e máquinas ainda convivem -, a empresa Zaitt foi pioneira no modelo de loja 100% autônoma e praticamente sem funcionários.

Uma pesquisa feita pelo Ibope Inteligência para a Associação Paulista de Supermercados (Apas) mostra que o supermercado do futuro é o sonho de 86% dos brasileiros. Para o consumidor nacional, a preferência por autoatendimento está à frente, por exemplo, de uma maior oferta de orgânicos (82%), das compras por delivery (82%) e de programas de fidelidade (77%).

Fonte: Estado de São Paulo | Amazon | Trigo

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